Conversando com os desencarnados (Herculano Pires)
Segundo Herculano Pires:
"A conversa com os nossos irmãos desencarnados é a técnica espírita de afastar os espíritos obsessores através do esclarecimento doutrinário. Foi criada e desenvolvida por Allan Kardec para substituir as práticas bárbaras do Exorcismo largamente usadas na Antiguidade."
Naquele tempo, os conceitos eram extremos. A ideia de que o doente mental estava possuído pelo demônio gerou a ideia de espancar o doente para retirar o Diabo de seu corpo! Nas Religiões, usava-se vários métodos de expulsão:
Ambos, obsessor e obsedado, necessitam de esclarecimento evangélico para superar os conflitos do passado:
"Afastada a ideia terrorista do Diabo, obsessor e obsedado são tratados com amor e compreensão como criaturas humanas e não como algoz satânico e vítima inocente.
Apegados à matéria e à vida terrena, os obsessores necessitam sentir-se seguros no meio mediúnico, envolvidos nos fluidos e emanações ectoplásmicas da sessão, para poderem conversar de maneira proveitosa com os espíritos esclarecedores."
Herculano Pires esclarece que a conversa se dá, imprescindivelmente com a participação dos espíritos protetores:
"Orgulhoso e inútil, e até mesmo prejudicial, será o doutrinador que se julgar capaz de doutrinar por si mesmo. Sua eficiência depende sempre de sua humildade, que lhe permite compreender a necessidade de ser auxiliado pelos espíritos bons. O doutrinador que não compreende esse princípio precisa de doutrinação e esclarecimento, para alijar de seu espírito a vaidade e a pretensão. Só pode realmente doutrinar espíritos quem tiver amor e humildade. É o próprio doutrinador que se doutrina a si mesmo doutrinando os outros."
*Texto resumido do livro Obsessão, o Passe, a Doutrinação PIRES, J Herculano.– São Paulo –SP, Editora Paidéia 5ª Ed. 1992.
"A conversa com os nossos irmãos desencarnados é a técnica espírita de afastar os espíritos obsessores através do esclarecimento doutrinário. Foi criada e desenvolvida por Allan Kardec para substituir as práticas bárbaras do Exorcismo largamente usadas na Antiguidade."
Naquele tempo, os conceitos eram extremos. A ideia de que o doente mental estava possuído pelo demônio gerou a ideia de espancar o doente para retirar o Diabo de seu corpo! Nas Religiões, usava-se vários métodos de expulsão:
- preces,
- objetos sagrados (crucifixos, relíquias, rosários, terços, medalhas, água benta),
- ameaças e xingos,
- queima de incensos e outros ingredientes,
- pancadas e torturas.
Ambos, obsessor e obsedado, necessitam de esclarecimento evangélico para superar os conflitos do passado:
"Afastada a ideia terrorista do Diabo, obsessor e obsedado são tratados com amor e compreensão como criaturas humanas e não como algoz satânico e vítima inocente.
Apegados à matéria e à vida terrena, os obsessores necessitam sentir-se seguros no meio mediúnico, envolvidos nos fluidos e emanações ectoplásmicas da sessão, para poderem conversar de maneira proveitosa com os espíritos esclarecedores."
Herculano Pires esclarece que a conversa se dá, imprescindivelmente com a participação dos espíritos protetores:
"Orgulhoso e inútil, e até mesmo prejudicial, será o doutrinador que se julgar capaz de doutrinar por si mesmo. Sua eficiência depende sempre de sua humildade, que lhe permite compreender a necessidade de ser auxiliado pelos espíritos bons. O doutrinador que não compreende esse princípio precisa de doutrinação e esclarecimento, para alijar de seu espírito a vaidade e a pretensão. Só pode realmente doutrinar espíritos quem tiver amor e humildade. É o próprio doutrinador que se doutrina a si mesmo doutrinando os outros."
*Texto resumido do livro Obsessão, o Passe, a Doutrinação PIRES, J Herculano.– São Paulo –SP, Editora Paidéia 5ª Ed. 1992.
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