Força Mediúnica
Considerando a força mediúnica como recurso que faz parte da personalidade humana, vamos compará-la à visão comum, estabelecendo uma rápida estorinha.
Fazendo a comparação, reconheceremos que, em essência, os olhos de um analfabeto, de um preguiçoso, de um malfeitor e de um missionário do bem não possuem qualquer diferença na sua estrutura física e na sua destinação.
Imaginemos que fosse concedida aos quatro personagens uma máquina, a fim de produzir determinados benefícios, e junto à esta um manual de instruções para o seu melhor uso.
O analfabeto teria dificuldade em usar a máquina pois não conseguiria ler o manual de instruções.
O preguiçoso conheceria o manual, mas não teria a disposição de ligar a máquina.
O malfeitor verificaria como aproveitar a máquina no sentido de provocar benefícios apenas para si explorando o próximo ou adaptando o uso da máquina para o crime.
O missionário do bem, porém, leria o manual e utilizaria da forma indicada em benefício de todos.
A força da mediunidade é aplicada em nossa vida da forma como conta a estorinha acima.
É o dom que a vida dá a todos.
O que difere em cada um é o rumo que cada indivíduo decide aplicar em sua mediunidade.
Essa é a razão na qual os Mensageiros Divinos insistirão, ainda por muito tempo, pela sublimação das energias psíquicas, a fim de que os frutos do bem se multipliquem por toda a Terra:
Mediunidade, assim, tanto quanto a visão física, representa, do ponto de vista moral, força neutra em si própria.
A importância e a significação que possa adquirir dependem da orientação que se lhe dê.
Por isso mesmo, os amigos desencarnados, sempre que responsáveis e conscientes dos próprios deveres diante das Leis Divinas, estarão entre os homens exortando-os à bondade e ao serviço, ao estudo e ao discernimento, porquanto a força mediúnica, em verdade, não ajuda e nem edifica quando esteja distante da caridade e ausente da educação.
Adaptado do livro: Seara dos Médiuns (Emmanuel - Francisco Cândido Xavier)
Fazendo a comparação, reconheceremos que, em essência, os olhos de um analfabeto, de um preguiçoso, de um malfeitor e de um missionário do bem não possuem qualquer diferença na sua estrutura física e na sua destinação.
Imaginemos que fosse concedida aos quatro personagens uma máquina, a fim de produzir determinados benefícios, e junto à esta um manual de instruções para o seu melhor uso.
O analfabeto teria dificuldade em usar a máquina pois não conseguiria ler o manual de instruções.
O preguiçoso conheceria o manual, mas não teria a disposição de ligar a máquina.
O malfeitor verificaria como aproveitar a máquina no sentido de provocar benefícios apenas para si explorando o próximo ou adaptando o uso da máquina para o crime.
O missionário do bem, porém, leria o manual e utilizaria da forma indicada em benefício de todos.
A força da mediunidade é aplicada em nossa vida da forma como conta a estorinha acima.
É o dom que a vida dá a todos.
O que difere em cada um é o rumo que cada indivíduo decide aplicar em sua mediunidade.
Essa é a razão na qual os Mensageiros Divinos insistirão, ainda por muito tempo, pela sublimação das energias psíquicas, a fim de que os frutos do bem se multipliquem por toda a Terra:
- Não valem médiuns que produzam apenas fenômenos.
- Não valem fenômenos que apenas estabeleçam convicções.
- Não valem convicções que criem apenas palavras.
- Não valem palavras que apenas articulem pensamentos vazios.
Mediunidade, assim, tanto quanto a visão física, representa, do ponto de vista moral, força neutra em si própria.
A importância e a significação que possa adquirir dependem da orientação que se lhe dê.
Por isso mesmo, os amigos desencarnados, sempre que responsáveis e conscientes dos próprios deveres diante das Leis Divinas, estarão entre os homens exortando-os à bondade e ao serviço, ao estudo e ao discernimento, porquanto a força mediúnica, em verdade, não ajuda e nem edifica quando esteja distante da caridade e ausente da educação.
Adaptado do livro: Seara dos Médiuns (Emmanuel - Francisco Cândido Xavier)
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